PELO SONHO É QUE VAMOS
Duas Actrizes, duas Mulheres, duas personagens (?) e uma outra personagem, que as acompanha, conforta… e incomoda. Trata-se de um músico que unifica o espaço tragicómico e grotesco, onde os intervenientes se cruzam dentro e fora de um sonho que inevitavelmente conduz para um fim – a morte. Acontecem em palco como todos nós na vida: num eterno sonho.
Devorada a obra do autor, todo o processo de produção foi rápido, intenso e divertido… como o próprio espectáculo, esperamos! E desenganem-se os que consideram o texto fora de tempo (ou de moda): as palavras e ideias mostram a sua intemporalidade, tornando-se por vezes de uma actualidade confrangedora.
Inventada a história, seguiu-se o sonho (que isto do Teatro é como as cerejas – sempre umas atrás das outras). Esta alquimia está agora pronta a ser partilhada com o público e tudo faremos para que o entusiasmo subjacente ao enredo passe para quem assistir à peça, a primeira de uma Trilogia denominada “Sonhos”.
Ficha Técnica
Textos Raul Brandão
Dramaturgia Pompeu José, Glória de Sousa e Isabel Feliciano
Encenação Pompeu José e Urze Teatro
Cenografia Trigo Limpo Teatro Acert e Urze Teatro
Assistência de Encenação Ilda Teixeira e Sandra Santos
Música Paulo Araújo
Desenho de Luz Paulo Neto
Elenco Glória de Sousa, Isabel Feliciano
Participação especial como actor e intérprete musical Paulo Araújo