Visitei o lugar teatral do Teatro de Montemuro.
As primeiras impressões.
Saímos da auto estrada e percorremos alguns quilometros ( talvez uns dez? não sei.) Até Campo Benfeito. Um estrada com curvas e não bem conservada.
Neblina. Frio.
Campo Benfeito. Um “lugar” pequeno. Ruas estreitas. Casas de pedras. Têm-se a impressão que a atividade que ali se passa é relacionada ao campo.
Parei para tomar um café. Encontrei Abel Neves! Uma grata surpresa. Ofertou-me um café com um licor para esquentar. Abel me fala da importãncia daquele espaço e do trabalho desenvolvido pelo grupo. Despedimo-nos com um até breve, pois daqui a poucos minutos teremos a estréia do espetáculo da companhia. Motivo que me fez ir a Montemuro.
Aquele lugar me faz refletir acerca do papel do teatro como espacialização das horizontalidades – solidariedade - que Milton Santos apontou em “ Por uma outra globalização” e na artesania que ele envolve. ´
Escrevo mais depois.